Campanha Outubro Rosa alerta para prevenção e diagnóstico precoce.

A campanha Outubro Rosa chama a atenção de mulheres do mundo todo para o diagnóstico do câncer de mama. Mas, assim como diversas doenças, esse tipo de câncer também atinge os animais, principalmente os domésticos.

Segundo especialistas, se diagnosticada de maneira precoce e houver um tratamento eficaz, a doença pode ser tratada e há grandes chances de cura.

Prevenção

Como medida preventiva há a histerectomia eletiva, conhecida popularmente como castração, que é eficiente e reduz em quase 100% as chances de incidência da doença se realizada antes do 1º cio, que acontece por volta dos seis meses de idade.

Se a castração for efetuada antes do 2º cio, as chances do animal não apresentar a doença são maiores que 90% e, após o 2º cio, podem passar de 70%.

Depois do 3º cio, a histerectomia já não exerce tanta influência no desenvolvimento do câncer de mama, mas elimina os riscos de câncer de útero, ovário, infecção uterina e pseudociese.

Câncer em gatas e cadelas

Em gatas, o câncer de mama geralmente é mais agressivo, mas o câncer de mama é o mais frequente em cadelas, por ser relacionado ao desequilíbrio hormonal.

Diagnóstico e sintomas

A detecção do câncer de mama em cadelas e gatas é feita por meio de exames periódicos. Em casa, os donos podem aproveitar os momentos de carinho nos animais para apalpar a extensão das mamas e verificar se há algum caroço.

Ao detectar um nódulo, o tutor deve procurar o médico veterinário que, além do exame físico, vai solicitar exames complementares, como exame de sangue, radiografia torácica, mamografia, ultrassonografia, citologia aspirativa e biópsia, de acordo com cada caso, orientando o diagnóstico definitivo e um tratamento mais racional e eficaz.

É recomendado que os tutores levem os animais pelo menos duas vezes por ano para fazer exames que podem detectar o câncer. Com consultas de seis em seis meses, é possível diagnosticar a doença precocemente.

O câncer de mama é uma doença perigosa nos animais, porque no estágio inicial, os sintomas não são detectados.

Tratamento

O caso de cada animal é particular. A doença localmente avançada é tratada com cirurgia e quimioterapia. Com a metástase disseminada, o tratamento é feito apenas com quimioterapia.

– Cirurgia

O tratamento cirúrgico consiste na retirada da glândula mamária (mastectomia parcial) ou cadeia mamária (mastectomia total). Caso o animal não tenha passado pelo procedimento de histerectomia, também é necessário retirar o útero e o ovário.

– Quimioterapia

A quimioterapia pode ser realizada no período pré e pós-operatório. Como nos humanos, esse tipo de tratamento tem efeitos colaterais. Os mais comuns são: náusea, vômito, diminuição de apetite e queda de pelos.

Fonte: G1

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