Doença pode atacar filhotes com menos de três meses de idade.

A cinomose canina é considerada uma doença viral altamente contagiosa, podendo atingir animais jovens e velhos que não foram imunizados ou por alguma falha vacinal.

O vírus da cinomose é extremante contagioso podendo causar infecções em todo o organismo, principalmente em filhotes com menos de três meses de idade, com altos índices de mortalidade.

Ambientes secos e frios propiciam a sobrevivência do vírus, podendo permanecer vivo no ambiente, em média, por até 3 meses, mesmo após a retirada do animal portador. Porém ele é muito sensível ao calor, luz solar e desinfetantes, sendo assim inativado.

A cinomose se dá através do contato entre os animais não infectados com os animais infectados, ou pelas vias respiratórias, pelo ar contaminado ou por fômites, que são objetos que já tiveram contato com o portador da cinomose.

Uma forma de transmissão direta seria por meio da secreção do nariz e boca de animais já infectados pelo vírus da cinomose.

No caso de contaminação, os sintomas mais comuns que seu pet pode apresentar são: apatia, falta de apetite, secreção nasal e ocular, sinais neurológicos aparentes (tiques nervosos, paralisia, convulsões entre outros sinais) e sinais digestivos (vômitos e diarreias). “Muitas vezes os sinais começam pela fase respiratória com secreção nasal purulenta”, diz a Dra. Cibele Pedroso Smelan, médica veterinária do Hospital Veterinário Vet Popular.

A melhor forma de proteção é por meio da vacinação, que deve ser feita por um profissional Médico Veterinário. Os cães podem ser vacinados com seis meses de idade, filhotes devem receber três doses desta vacina a partir dos 45 dias de vida. Posteriormente os cães devem receber uma dose da vacina anualmente.

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